Como a IA “pensa”?
Mas afinal, como a IA consegue “pensar”, diferente dos computadores tradicionais?
A chave para compreender o “pensamento” da IA está em uma analogia com o funcionamento do cérebro humano.
O nosso cérebro funciona com neurônios conversando com outros neurônios.
O que a gente fez foi criar dispositivos de computadores bem minúsculos e pequenos também, que conversam com outros dispositivos.
É basicamente uma conversa de liga e desliga, ou de 0 e 1.
Esse jeito de montar se chama rede neural, uma rede de neurônios.
Quando a gente replicou esses dispositivos no mesmo formato dos nossos neurônios, começamos a gerar um tipo de análise muito semelhante ao nosso pensamento.
E até hoje, a gente realmente não entende direito o que está acontecendo, mas o resultado é claro.
Na verdade, nem os cientistas que constroem IAs complexas entendem completamente como elas funcionam, assim como os neurocientistas não entendem totalmente o cérebro humano.
Ambos são um limiar da ciência.
E você, como gestor, também não vai entender, porque ninguém entende.
O que você precisa saber é que, o que a gente sabe, funciona e gera resultados.
Mas os resultados são claros: a gente consegue resolver problemas utilizando essa técnica, problemas que a gente não conseguiria resolver de outra forma.
Por exemplo, a gente não consegue fazer uma máquina que ache todas as jogadas possíveis de xadrez.
Mas se a gente tentar fazer essa máquina por meio de rede neural, ou seja, uma IA, ela vai conseguir pensar melhor um jeito de jogar xadrez.
Sem ainda assim achar o melhor jeito possível de todos.
Inclusive, nenhum ser humano hoje consegue vencer as IAs especializadas em jogar xadrez.
Embora a IA possa superar os humanos em tarefas específicas como o xadrez, ela ainda pensa de forma fundamentalmente diferente de nós, com suas próprias limitações e pontos fortes.
Quando estivermos falando de gestão de agentes de IA, você vai entender que conhecer essas limitações e pontos fortes é o que vai te dar uma vantagem nessa nova gestão.